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28/08/2018 - DIRETORES SINDICAIS COBRARAM PROVID?NCIAS DA EMPRESA GP EM COMISS?O PARIT?RIA

Em vista do encerramento do contrato entre a Empresa GP e o Banco Ita?, o Sindicato dos Vigilantes solicitou Comiss?o Parit?ria junto ao SINDESP para tratar do assunto com a Empresa e o Banco. O Banco Ita? n?o compareceu e n?o justificou a sua aus?ncia. A Empresa GP compareceu, fez a sua defesa alegando que tem honrado com as suas responsabilidades com os sal?rios e os 13? dos seus empregados e que n?o concorda com a d?vida levantada pelo Sindicato dos Vigilantes.


Os Dirigentes do Sindicato dos Vigilantes apresentaram os seus argumentos, informando que a Empresa GP est? sem depositar FGTS h? tr?s anos e que n?o tem pago as verbas rescis?rias e homologado os trabalhadores demitidos. Ainda que, com o encerramento do contrato entre GP e Ita?, em torno de 500 Vigilantes ser?o demitidos e a Diretoria do Sindicato tem fortes motivos para acreditar que a GP n?o ter? condi??es de honrar com os seus compromissos trabalhistas.

Conforme cobrado em reuni?o, a Diretoria do Sindicato est? aguardando desde maio o contrato de refinanciamento entre Caixa Econ?mica e GP e at? agora n?o foi enviada, para assim provar que a Empresa conseguiu refinanciar o FGTS em atraso. A Empresa comprometeu-se a enviar at? o dia 6 de setembro.

Antonio Carlos, Presidente do Sindicato, argumentou que mesmo que a GP tenha negociado o FGTS em atraso, no ato da demiss?o, que deve ocorrer at? dezembro, conforme confirmado pela pr?pria Empresa, todos os trabalhadores que estiverem com o FGTS em atraso tem que ter os valores imediatamente depositado para fins de rescis?o. Ou seja, o Sindicato exigiu que a Empresa apresente provas de que ter? condi??es financeiras que arcar com as 500 demiss?es.

Por ?ltimo,  a Diretoria do Sindicato dos Vigilantes advertiu que medidas administrativas e judiciais ser?o tomadas para garantir os direitos dos Vigilantes que trabalham no Banco Ita?.