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21/05/2018 - ENTENDA O QUE REPRESENTA A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL SEGUNDO PROCURADORES DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO E STF

A reforma da contribuição sindical não atende os interesses do trabalhador, é inconstitucional e representa apenas o interesse dos empresários.

Entenda como a reforma da contribuição sindical prejudica o trabalhador brasileiro.


21/05/2018 - SINDVIG RIO DENUNCIA PRÁTICA ILEGAL EM EMPRESAS DE EVENTO

Estejam atentos trabalhadores Vigilantes!


10/05/2018 - VIGILANTE RENDE GERENTE E LEVA 700 MIL DO BANCO SANTANDER DA TIJUCA

Segundo parte da imprensa e empresa Sunset o Vigilante pode ter sido coagido por bandidos a cometer o crime ou esteja passando por um distúrbio psicológico.

Agência do Santander roubada na Tijuca

O Sindvig Rio vai acompanhar as investigações para que seja feita a devida apuração dos fatos, em vista de não podermos afirmar os reais motivos do que aconteceu, se o Vigilante foi ameaçado ou mesmo sua famí­lia poderia estar sob ameaça, obrigado-o a realizar a ação.

É muito cedo para condenar o Vigilante pelo ocorrido!

Câmera de segurança do banco



10/05/2018 - SINDVIG RIO EM AÇÃO

10/05/2018 - DONOS DE BANCO FICAM BILIONÁRIOS AS CUSTAS DO TRABALHADOR BRASILEIRO

O lucro estratosférico dos bancos no nosso país está ligado a alta taxa de juros cobrada pelos bancos, que são as maiores do MUNDO!

Em paralelo a isso os bancos prezam pelo serviço de segurança que oferece os menores preços e não a melhor estratégia e qualidade.

Itaú: banco pagou 9 bilhões em dividendos para famílias

O resultado disso são trabalhadores precarizados, clientes e funcionários em risco e lucros bilionários para os acionistas dos bancos, uma verdadeira catástrofe.

Veja a matéria completa na Revista Exame:


08/05/2018 - ATENÇÃO VIGILANTE ASSUNTO IMPORTANTÍSSIMO E URGENTE

Acordos onde o Vigilante devolve o dinheiro dos 50% da multa do FGTS e ILEGAL.

Veja o que acontece com a empresa que teima em exercer essa pratica!

SEGIL E CONDENADA EM 100 MIL POR DANOS MORAIS COLETIVOS POR MAUS TRATOS AOS VIGILANTES

 


A partir das denuncias do SINDVIG Rio ao Ministerio Publico do Trabalho ajuizou acao civil publica contra a Empresa Segil na 40ª Vara do Trabalho que condenou a empresa a pagar 100 mil a ti­tulo de danos morais provocados aos Vigilantes.

O episódio ocorreu em marco de 2016, na sede da Empresa Segil, quando a empresa perdeu postos de trabalho na Prefeitura do Rio de Janeiro. Para nao demitir os trabalhadores a empresa lotou os Vigilantes na reserva e realizou diversos abusos para pressionar o trabalhador a pedir as contas. Por fim, a empresa exigiu a devolucao do valor dos 40% da multa do FGTS para fazer a demissao. Na ocasiao 127 vigilantes foram confinados em uma reserva que atenderia no maximo a 20 vigilantes, ate a devolucao do dinheiro das verbas rescisorias depositadas, entre outros abusos inaceitaveis cometidos pelos representantes da empresa.

Outra acao civil do Ministerio Publico contra a SEGIL tambem esta sendo movida e nesta o pedido e pela devolucao do dinheiro da multa e o pagamento ao Vigilante de danos morais individuais. O SINDVIG Rio continuara atuando e acompanhando o processo junto a  Justica do Trabalho.

Abaixo trechos da sentenca. A Empresa recorreu da deciscao no Tribunal Regional do Trabalho.

Diante do exposto, esta 40ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro julga PROCEDENTES EM PARTE os pedidos, para condenar a ré:

(1) abster-se de utilizar praticas vexatorias ou humilhantes contra seus empregados, especialmente as de, deliberadamente, deixa-los confinados em sala que nao tenha assentos suficientes para todos os empregados e que nao atenda as condicoes de conforto previstas na NR 17; nao lhes dar trabalho; proibi-los de ter acesso a  area comum aos demais trabalhadores; ou as que, de qualquer outro modo, submetam-nos a constrangimento fi­sico ou moral ou atentem contra a honra, a moral e a dignidade da pessoa humana, seja como forma de pressiona-los a pedir demissao ou sob qualquer outro pretexto ou com qualquer finalidade diversa;

(2) Na hipotese de rescisao contratual ou vencimento de contrato com as empresas tomadoras, o reu se obriga a deixar o empregado em disponibilidade em sua propria residencia, se nao houver condicoes fi­sicas de realoca-lo em outro posto de trabalho ou na sede da empresa;

(3) Abster-se de exigir dos vigilantes o uso de uniforme quando nao estiverem em efetivo servico (art. 18 da Lei 7.102/1983);

(4) Fornecer local apropriado para vestiario dotado de armarios individuais, observada a separacao de sexos (NR 24, item 24.2.1); Fornecer aos trabalhadores agua potavel, em condicoes higienicas, sendo proibido o uso de recipientes coletivos. Onde houver rede de abastecimento de agua, deverao existir bebedouros de jato inclinado e guarda protetora, proibida sua instalacao em pias ou lavatorios, e na proporcao de 1 (um) bebedouro para cada 50 (cinquenta) empregados (NR 24, item 24.7.1);

Pagar indenizacao por dano moral coletivo;

"Em razao do dano moral coletivo causado pela re, que feriu a honra, dignidade e integridade dos trabalhadores que permaneceram a  disposicao com o termino do contrato com o Munici­pio do Rio de Janeiro, devera a reclamada pagar R$ 100.000,00 (cem mil reais), a titulo de dano moral coletivo, reversi­vel em favor de entidades ou projetos a serem especificados em liquidacao, que permitam a recomposicao de danos de carater difuso trabalhista, montante compativel com a capacidade economica da re, com a gravidade dos fatos e com o carater preventivo de novas condutas no mesmo sentido."Pagar multa em caso de descumprimento das obrigacoes de fazer e nao fazer acima especificadas.

07/05/2018 - ALERTA GERAL VIGILANTES DE EVENTOS

04/05/2018 - SINDVIG RIO COBRA RESPEITO AO HORARIO DE ALMOCO DO VIGILANTE NO BANCO SANTANDER

02/05/2018 - BANCOS PRATICAM AGIOTAGEM LEGALIZADA NO BRASIL

Uma das piores crises no Brasil e os lucros incrí­veis dos bancos só crescem!


Veja a matéria completa no link abaixo:














02/05/2018 - PRESIDENTE DO SINDVIG RIO FALA SOBRE ASSALTOS A BANCO E SITUAÇÃO PRECÁRIA DO VIGILANTE BANCÁRIO

Veja no ví­deo abaixo o posicionamento do Sindvig Rio referente ao aumento dos assaltos a banco no Rio de Janeiro.

VÍDEO



26/04/2018 - BANCO SANTANDER OBTEM LUCROS ESTRATOSFÉRICOS NO BRASIL E O VIGILANTE QUE FAZ A SEGURANÇA DESSE PATRIMÔNIO É TRATADO COMO ESCRAVO

Veja a reportagem no link abaixo:


26/04/2018 - PRESIDENTE DO SINDVIGRIO FALA SOBRE LUCROS DO BANCO SANTANDER

Entenda nesse video como o Vigilante, com seu suor, banca grande parte dos lucros extraordinarios do banco Santander.


VEJA O VÍDEO



20/04/2018 - PROCEDIMENTOS REALIZADOS PELO PLANO ODONTOLÓGICO DO VIGILANTE

Atenção Vigilantes associados ao Sindvig Rio!

Atenção Vigilantes associados ao Sindvig Rio! A Sempre Odonto, plano odontológico fornecido de forma totalmente gratuita para o trabalhador que é associado, disponibilizou a lista de procedimentos que o Vigilante tem direito.


Ao Vigilante que ainda não é associado, essa é a hora de conhecer o benefício odontológico disponibilizado pelo Sindvig Rio para os seus associados.

Seja um associado e aproveite esse e outros benefícios que só o Sindvig Rio tem!


Lista de procedimentos:

20/04/2018 - DENÚNCIA DO SINDVIG RIO GERA INQUÉRITO NO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO CONTRA CLAUFRAN E PREFEITURA

A partir da denúncia da Diretoria do Sindicato, o Ministério Público do Estado irá investigar as relações obscuras e suspeitas entre CLAUFRAN e PREFEITURA. O Sindicato já apresentou documentos sobre as irregularidades e continuarão acompanhando o inquérito civil.

O objetivo do Sindicato é evitar as práticas nefastas praticadas por empresas como Claufran.

Veja o ofí­cio despachado pela promotora de justiça Liana Barros Cardozo:

Foto: Batalha dos Vigilantes da Claufran na Prefeitura do RJ



20/04/2018 - SEGIL É CONDENADA EM 100 MIL POR DANOS MORAIS COLETIVOS POR MAUS TRATOS AOS VIGILANTES

A partir das denúncias do SINDVIG Rio ao Ministério Público do Trabalho ajuizou ação civil pública contra a Empresa Segil na 40ª Vara do Trabalho que condenou a empresa a pagar 100 mil a tí­tulo de danos morais provocados aos Vigilantes.



O episódio ocorreu em março de 2016, na sede da Empresa Segil, quando a empresa perdeu postos de trabalho na Prefeitura do Rio de Janeiro. Para não demitir os trabalhadores a empresa lotou os Vigilantes na reserva e realizou diversos abusos para pressionar o trabalhador a pedir as contas. Por fim, a empresa exigiu a devolução do valor dos 40% da multa do FGTS para fazer a demissão. Na ocasião 127 vigilantes foram confinados em uma reserva que atenderia no máximo a 20 vigilantes, até a devolução do dinheiro das verbas rescisórias depositadas, entre outros abusos inaceitáveis cometidos pelos representantes da empresa.

Outra ação civil do Ministério Público contra a SEGIL também estão sendo movida e nesta o pedido é pela devolução do dinheiro da multa e o pagamento ao Vigilante de danos morais individuais. O SINDVIG Rio continuará atuando e acompanhando o processo junto á  Justiça do Trabalho.

Abaixo trechos da sentença. A Empresa recorreu da decisão no Tribunal Regional do Trabalho.

Diante do exposto, esta 40ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro julga PROCEDENTES EM PARTE os pedidos, para condenar a ré:

(1) abster-se de utilizar práticas vexatórias ou humilhantes contra seus empregados, especialmente as de, deliberadamente, deixá-los confinados em sala que não tenha assentos suficientes para todos os empregados e que não atenda ás condições de conforto previstas na NR 17; não lhes dar trabalho; proibi-los de ter acesso á  área comum aos demais trabalhadores; ou as que, de qualquer outro modo, submetam-nos a constrangimento fí­sico ou moral ou atentem contra a honra, a moral e a dignidade da pessoa humana, seja como forma de pressioná-los a pedir demissão ou sob qualquer outro pretexto ou com qualquer finalidade diversa;

(2) Na hipótese de rescisão contratual ou vencimento de contrato com as empresas tomadoras, o réu se obriga a deixar o empregado em disponibilidade em sua própria residência, se não houver condições físicas de realocá-lo em outro posto de trabalho ou na sede da empresa;

(3) Abster-se de exigir dos vigilantes o uso de uniforme quando não estiverem em efetivo serviço (art. 18 da Lei 7.102/1983);

(4) Fornecer local apropriado para vestiário dotado de armários individuais, observada a separação de sexos (NR 24, item 24.2.1); Fornecer aos trabalhadores água potável, em condições higiênicas, sendo proibido o uso de recipientes coletivos. Onde houver rede de abastecimento de água, deverão existir bebedouros de jato inclinado e guarda protetora, proibida sua instalação em pias ou lavatórios, e na proporção de 1 (um) bebedouro para cada 50 (cinquenta) empregados (NR 24, item 24.7.1);

Pagar indenização por dano moral coletivo;

"Em razão do dano moral coletivo causado pela ré, que feriu a honra, dignidade e integridade dos trabalhadores que permaneceram á  disposição com o término do contrato com o Municí­pio do Rio de Janeiro, deverá a reclamada pagar R$ 100.000,00 (cem mil reais), a título de dano moral coletivo, reversível em favor de entidades ou projetos a serem especificados em liquidação, que permitam a recomposição de danos de caráter difuso trabalhista, montante compatí­vel com a capacidade econômica da ré, com a gravidade dos fatos e com o caráter preventivo de novas condutas no mesmo sentido."

Pagar multa em caso de descumprimento das obrigações de fazer e não fazer acima especificadas.



19/04/2018 - ATENÇÃO VIGILANTE BANCÁRIO

A diretoria do SINDVIG.RIO participa do procedimento junto ao Ministério Público e continuará acompanhando a apuração do cumprimento do compromisso assumido pelo Sindicato dos Bancos do Rio de Janeiro.


A diretoria do SINDVIG.RIO participa do procedimento junto ao Ministério Público e continuará acompanhando a apuração do cumprimento do compromisso assumido pelo Sindicato dos Bancos do Rio de Janeiro.

17/04/2018 - JORNAL O DIA CONFIRMA AS DENUNCIAS QUE O SINDVIGRIO VEM FAZENDO A MESES CONTRA A CLAUFRAN

MULTADA MAS CONTRATADA

O Diario Oficial de ontem exibiu a aplicacao, pela prefeitura, de 22 multas a  Claufran Seguranca Patrimonial pelo descumprimento de clausulas em contratos com a Secretaria Municipal de Saude. Entre as irregularidades, a falta de profissionais em plantoes (fim de semana e feriados) e a nao utilizacao de uniformes ou equipamentos de protecao individual.

Apesar disso, a prefeitura contratou a mesma Claufran por R$11,371 milhoes, sem licitacao, para vigiar 58 hospitais da rede. A prefeitura afirma que escolheu a empresa porque a VS Brasil, vencedora da licitacao, abandonara o servico. E que a Claufran ofereceu o menor preco. A contratacao foi publicada no diario oficial de anteontem.

Nota de Paulo Capelli, do Jornal O Dia de 14/04/2018




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