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06/10/2018 - APOSENTADORIA: REVISÃO AUMENTA BENEFÍCIO EM 53%

Murilo Aith comemora a decis?o que beneficiar? o aposentado              Murilo Alth comemora a decisão que beneficiará o aposentado

Rio - Mais um aposentado conseguiu na Justiça o direito a incluir as contribuições previdenciárias anteriores a 1994 no cálculo do benefício do INSS. Essa correção é conhecida como "revisão da vida toda". A atualização considera as maiores contribuições feitas antes de julho de 1994 e não só a média das 80% maiores após a criação do Plano Real. Com isso o benefício passará de R$ 3.669,57 para R$ 5.645,80, alta de 53,82%.

A decisão abre precedente para outros aposentados."A regra em vigor, amparada na Lei 9.876/99, considera para o cálculo das aposentadorias somente as contribuições feitas a partir de julho de 1994. E a Justiça passou a levar em conta o recolhimento anterior a este período", informou Murilo Aith, do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados.

O advogado conta que, neste caso específico, o trabalhador J.C.C., de 76 anos de idade, morador de Curitiba, se aposentou em 1987 e teve o benefício calculado sobre a média das 80% maiores contribuições posteriores ao Plano Real. Com isso o INSS só considerou as contribuições feitas a partir de julho de 1994, ano que determina a lei no cálculo inicial. A limitação causou prejuízo ao segurado, pois havia contribuído com valores maiores que àqueles feitos quando entrou em vigor a lei que limita as revisões.

"O reconhecimento do direito além de readequar o valor do benefício ao teto do INSS (R$ 5.645,80) deve render atrasados de R$ 250 mil", comemora o especialista. O instituto recorreu da decisão judicial, mas 10º Vara Previdenciária Federal de Curitiba manteve a readequação dos valores.

Um ponto que o advogado destaca é que muitas pessoas que se aposentaram antes de 1988 têm o direito a pedir a revisão do benefício previdenciário, mas não sabem que têm esse direito.

Decisões abrem precedentes 

As decisões judiciais a favor da revisão da vida toda abrem precedentes para outros aposentados, segundo especialistas. Em maio passado, a 6ª Vara da Justiça Federal determinou que o instituto revisasse o benefício de uma aposentada levando em conta as contribuições anteriores a 1994. Com a decisão, a pensão da aposentada passará de R$3.155,98 a R$ 4.228,20. Cabem atrasados, mas segundo a Cristiane Saredo, do escritório Vieira e Vieira Assessoria Jurídica e Previdenciária, o próprio INSS é quem vai determinar quanto deve ser pago retroativamente.

"Nós pedimos sempre a diferença atualizada e com correção desde a concessão da aposentadoria. É o INSS que apresenta os cálculos quando o juiz manda, mas só quando acaba o recurso", diz Cristiane.

Em Resende, no Sul Fluminense, a Justiça também reconheceu o direito à revisão da vida toda. O segurado E.R.V, de 59 anos, recebeu atrasados menores (R$ 28.348,71), e seu benefício sofreu aumento significativo. Antes da ação, ele recebia R$3.801,09, agora com as contribuições que não entraram no cálculo do benefício, a pensão do segurado passará para R$ 4.249,54.

"Cada vez mais a Justiça tem aumentado a esperança para aposentados terem recalculados seus benefícios, incluindo contribuições que o INSS não considerou, dando a chance de melhora mensal do benefício", avalia o advogado Murilo Aith.

 

 

 





06/10/2018 - RIO LIDERA EM ROUBOS E FURTOS DE ARMAS DE EMPRESAS DE SEGURANÇA NO SUDESTE

Empresas de Segurança e Vigilância não conseguem fazer sua própria segurança e bandidos escolhem armas de cano curto, usado por vigilantes, para realizarem "assaltos no varejo".

 

Em dois anos, número de desvios equivale ao desfalque de uma década do arsenal das polícias

Por Bruna Fantti - O DIA - Publicado às 03h00 de 23/09/2018 - Atualizado às 11h22 de 23/09/2018

 

Rio - Em dois anos, o Estado do Rio foi o que, proporcionalmente, teve o maior número de armas desviadas de empresas de segurança no Sudeste. É o que aponta levantamento feito pelo DIA, com dados obtidos, junto à Polícia Federal, via Lei de Acesso à Informação.

No período de 2016 e 2017 houve 1.084 armas roubadas, extraviadas ou furtadas das empresas no estado, de um total de 23.176, ou seja, 4,6%.

O número de desvio de armas nas empresas de segurança do Rio nesses dois anos é semelhante ao armamento perdido em uma década pelas polícias civil e militar do estado, de acordo com a CPI das Armas da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Isso porque, em 2016, a Alerj concluiu que entre 2005 e 2015 foram cerca de 1.600 armas das forças policiais extraviadas ou roubadas.

Apesar de São Paulo possuir nas empresas quase três vezes mais revólveres, pistolas e espingardas do que o Rio, apresentou um desvio proporcional inferior em relação ao total do armamento: foram perdidas para o crime 2.134 armas de um arsenal de 68.822 (3,10%).

No País, de acordo com a Polícia Federal, há cerca de 5,5 milhões de armas autorizadas para porte nas empresas. Desse total, 4,6 milhões são revólveres Ponto 38. Por lei, as empresas responsáveis pela segurança de patrimônio, transporte de valores e de cargas só podem utilizar armas como revólveres, pistolas Ponto 380 e espingardas.

De acordo com o especialista em armas Vinícius Cavalcante, a restrição do calibre facilita os roubos. "A criminalidade possui armamento muito superior. Como um vigilante pode se defender portando um revólver frente a um fuzil? É por isso que essas armas caem nas mãos de bandidos e os desvios são alarmantes, superiores aos ocorridos nas forças policiais", disse.

Ainda segundo Cavalcante, um exemplo de local que possui segurança particular armada, mas é uma exceção à lei já que pode utilizar armas de calibre longo como fuzis, é a Casa da Moeda, que nunca registrou assalto.

De acordo com o especialista, as armas de cano curto roubadas influenciam diretamente no aumento da criminalidade. "Elas são utilizadas no chamado varejo, ou seja, para realizar assaltos em ônibus, na rua. Traficantes chegam a alugar revólveres e pistolas para a prática de crimes. A gente também tem a percepção de que um grande número de latrocínios (roubo seguido de morte) é resultante do uso dessas armas", afirmou.

Sete em cada 10 homicídios são causados por armas de fogo

 

Segundo dados do Atlas da Violência 2018, desenvolvido pelo Fórum de Segurança Pública (FSP) e pelo Ipea, sete em cada dez assassinatos no Brasil país que registrou 64 mil mortes desse tipo em 2017 são cometidos com armas de fogo.

Não há um levantamento oficial sobre o número de mortes provocados por calibre no País. De acordo com um dos pesquisadores que fizeram o Atlas, Daniel Cerqueira, a dificuldade é a comunicação por parte da polícia ao Ministério da Saúde sobre o tipo de arma que motivou a morte.

Segundo dados passados pelo pesquisador, no Rio de Janeiro, foram registradas 4.019 mortes provocadas por armas de fogo. Desse total, foram repassadas ao Ministério da Saúde 439 oriundas de disparos de revólveres e pistolas; 3.557 não especificaram o calibre. "Isso dificulta a realização de um estudo sobre o tipo de calibre que causa a morte. Mas, podemos afirmar que 70% dos homicídios são causados por armas de fogo", disse. Renato Lima, também pesquisador do Fórum, ressalta que o Instituto Sou da Paz já fez um estudo em parceria com o Ministério Público de São Paulo sobre o tema. "Foi o único levantamento que constatou, oficialmente, que as armas de cano curto são as mais utilizadas pelo crime. E isso deve seguir o mesmo padrão nos outros estados", afirmou.

Atualmente, há um projeto de lei da Alerj que prevê a instalação de chips eletrônicos em pistolas, fuzis e todo tipo de armamento.

06/10/2018 - QUADRILHA PRESA POR ROUBO DE CARGAS PLANEJAVA INVADIR E RETOMAR O CONTROLE DA ROCINHA

Criminosos usavam roupas da polícia e bloqueadores de GPS. Bando contava com batedores, que acompanhavam o trajeto da carga quando era roubada até as favelas de destino, para evitar abordagens da polícia.

Por Henrique Coelho, G1 Rio

26/09/2018 12h19  Atualizado ontem

A quadrilha presa nesta quarta-feira (26) na Operação Soberano, contra roubo de cargas, pretendia invadir a favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio. Até as 12h30, 25 pessoas haviam sido presas.

Segundo o delegado Delmir Gouvea, da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas, há um ano houve migração de traficantes da Rocinha para outra facção, que se planejava para retomar o controle da comunidade. Um traficante mandou da cadeia comprarem armas para uma nova investida.

Em setembro do ano passado, série de tiroteios levou o Exército a cercar os acessos à comunidade.

“Agora não é mais segredo a ação deles. O estado tem que se preparar e deve se preparar pra isso, e é uma área que está sempre em disputa por facções criminosas” , avaliou o delegado.

Vigilantes e motorista participavam de quadrilha

Entre os membros da quadrilha de roubos de carga, além de traficantes, estavam três funcionários de escolta armada e um motorista de empresas de caminhão.

“Desses elementos aí, alguns são lideranças de tráfico, e outros só no roubo. Mas essa quadrilha tem vigilantes que ajudavam. Três pessoas que integravam as escoltas deram roubos diretamente aos criminosos. Um motorista também informava a carga dos caminhões, a rota e o melhor local para ser abordado”, explicou o delegado.

A quadrilha também usava bloqueadores de GPS e vestia uniformes semelhantes ao da polícia. "Batedores" disfarçados seguiam a carga roubada até o ponto onde seria descarregada, a fim de evitar abordagens das forças de segurança.

06/10/2018 - INSS AMPLIA OS SERVIÇOS PORÉM SITE NÃO FUNCIONA

INSS AMPLIA OS SERVIÇOS PORÉM SITE NÃO FUNCIONA

 

Portal na internet tem apresentado instabilidade e usuários ficam sem condições de acessar seus cadastro 

O INSS ampliou a oferta de serviços no portal do instituto na internet. Agora na página meu.inss.gov.br o segurado pode, segundo o instituto, imprimir a carta de concessão do benefício, inclusive a memória de cálculo, ter acesso a conteúdo de processo administrativo, no caso de ter pedido revisão de benefício, e também imprimir a declaração de regularidade do contribuinte individual, além de outros serviços. Mas, de que adianta, se os segurados têm enfrentado dificuldades devido a problemas no sistema?

"A ampliação de serviços seria de grande auxílio não só aos segurados, mas também aos advogados", adverte Renata Severo, especialista em Direito Previdenciário do escritório Vilhena Silva Advogados. Mas por que seria? O motivo é bem simples: a instabilidade do portal.

"Desde sexta-feira até fazer pesquisa está difícil, pois o sistema não reconhece as informações inseridas e que fazem parte da base de dados", conta a advogada.

Outro ponto criticado pela especialista, e que O DIA tem denunciado, são as perguntas feitas para cadastrar a senha de acesso ao sistema. "Dependendo da pergunta, a resposta, mesmo o segurado estando de posse dos documentos para conferir as informações, não confere", critica Renata.

"Um funcionário que foi demitido em 2014 tem a baixa da carteira nessa data, o que não quer dizer que sua última contribuição previdenciária foi feita nesse período, pois o repasse da contribuição descontada do trabalhador é de responsabilidade do empregador, e não do empregado. Como ele poderia saber dessa informação?", questiona.

Conforme a especialista, o INSS deveria facilitar esse cadastro para que mais segurados possam ter acesso ao sistema. Isto é, quando ele funcionar adequadamente. "Não é simples fazer o cadastro. Nem mesmo o chat que deveria auxiliar, funciona", finaliza.

Pelo terceiro dia seguido O DIA questionou o INSS sobre o motivo da instabilidade no sistema e quando vai operar normalmente, mas não obteve resposta.

 

Confira como fazer login e senha para entrar na página

Para acessar o portal, além de driblar a instabilidade do sistema, o usuário tem que fazer login e senha. Quem quer se cadastrar, precisa usar as carteiras de trabalho, contracheques, além de documentos pessoais, como identidade e CPF. Ao entrar no portal meu.inss.gov.br, na primeira página, escolha a opção "login" no topo ao lado direito da tela.

Em seguida, deve abrir janela do cidadão.br. Nela, é preciso clicar em "primeiro acesso". No passo seguinte, assinale o botão de "cadastre-se" que fica do lado direito na parte de baixo da tela.

A próxima página vai pedir número de CPF, o nome completo, a data de nascimento do segurado, o nome da mãe e o estado de nascimento para fazer o login. Após preencher todas as informações, clique em "próximo".

Neste acesso, é gerado um Código de Acesso, que será trocado por uma senha de nove caracteres criada pelo usuário. Ao final selecione "próximo".

Depois de preencher todas as informações, o site pedirá permissão para que seus dados sejam usados no site Meu INSS. Escolha "autorizo" para prosseguir. Pronto, login e senha criados, ou recriados. Agora é só acessar a página. Isto é, se o sistema deixar.

Fonte: Matha Imenes - O Dia


06/10/2018 - REVISÃO DA VIDA TODA" ELEVA BENEFÍCIO EM 56%

"REVISÃO DA VIDA TODA" ELEVA BENEFÍCIO EM 56%

 

Segurado terá contribuições ao INSS anteriores a 1994 incluídas na aposentadoria

 A Justiça Federal do Rio, mais uma vez, reconheceu o direito de um aposentado a ter incluído no cálculo da aposentadoria as maiores contribuições previdenciárias feitas antes de 1994 e não só as posteriores a este período, como determina a regra atual. Essa decisão, conhecida como "revisão da vida toda", é mais um precedente para que segurados tenham o benefício corrigido. No caso em questão, segundo Murilo Aith, do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, o valor do benefício subirá 56,88%, passando de R$ 1.831,11 para R$ 2.872,79.

Mas por que essa diferença ocorre? Atualmente, quando o INSS faz as contas para definir a aposentadoria, usa as 80% maiores contribuições a partir de julho de 1994, conforme a legislação em vigor. E isso pode significar perdas consideráveis quando o benefício é concedido, pois caso o salário do trabalhador antes de 1994 seja alto, a perda é maior quando aplicada a regra que exclui as maiores contribuições anteriores a 1994.

Para saber se tem direito à "revisão da vida toda", de acordo com Murilo Aith, os aposentados precisam ter dado entrada no benefício que recebem depois de 1999. E as aposentadorias terem sido concedidas com base na Lei 9.876/99. Aith orienta ainda verificar se vale a pena ajuizar o processo, se a inclusão das contribuições anteriores vão alterar mesmo o valor dos benefícios.

"É importante consultar especialista para conferir se o proveito econômico é vantajoso", afirma.


 

Conheça o caso

Morador do Rio de Janeiro, C.A.S.M, de 84 anos, trabalhou como vendedor e fazia as contribuições previdenciárias pelo teto pois recebia, além do salário, comissões, o que engordava o vencimento. Mas de 1994 até metade de 2000, o aposentado deixou de contribuir, e isso impactou negativamente o cálculo da média da aposentadoria quando foi requerer o benefício em 2008.

"Inconformado com o baixo valor, o segurado viu que poderia pedir a "revisão da vida toda", pois suas contribuições anteriores a junho de 1994 eram maiores que as demais", explica Murilo Aith. "Demos entrada na ação judicial requerendo a revisão do benefício, mas na primeira vez a decisão não foi favorável. Recorremos e a 1ª Vara do Juizado Especial Federal de Macaé reconheceu o direito do segurado", comemora o advogado.

A previsão de atrasados é de R$ 69.098,56. Ainda cabe recurso do INSS, mas o advogado está otimista com a manutenção da decisão.

 

Perda salarial de 86,38%

A Confederação Brasileira dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Cobap) divulgou estudo que mostra, segundo a entidade, que as perdas salariais da categoria no período de 1994 a 2019 (tendo como base o reajuste anunciado para o próximo ano) estão em 86,38%.

De acordo com a Cobap, desde a regulamentação da Lei de Custeio e Benefícios da Previdência Social em relação ao salário mínimo os valores têm perdas significativas. Enquanto o mínimo tem reajustes baseados no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), as aposentadorias acima do piso são desvalorizadas deixando mais de dez milhões de brasileiros e outros milhões de incapacitados de manter seu sustento com dignidade.

Por conta disso, a confederação cobra a aprovação do Projeto de Lei 4.344, parado na Câmara. Esse PL, informa a Cobap, cria um mecanismo de recomposição das perdas salariais, ano após ano, de acordo com a quantidade de salários mínimos da época de concessão das aposentadorias.

 

 

Fonte: Martha Imenes - O Dia


05/10/2018 - Antonio Carlos Silva de Oliveira, na condição de Presidente do SINDVIG

"Antonio Carlos Silva de Oliveira, na condição de Presidente do SINDVIG, lamenta os fatos ocorridos e que geraram o processo 001522061.2018.8.19.0209, em tramitação no IX Juizado Especial Criminal da Barra da Tijuca, se retratando do teor da postagem constante de fls 04 daqueles autos, datada de 07/05/2018".


05/10/2018 - COMISSÃO PARITÁRIA REÚNE SINDVIGRIO E EMPRESA SOLIDEZ

COMISSÃO PARITÁRIA REÚNE SINDVIGRIO E EMPRESA SOLIDEZ

 

Realizou-se no SINDESP/RJ mais uma Comissão Paritária solicitada pelo Sindicato dos Vigilantes do Município do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, dia 04 de outubro.

Nesta oportunidade os representantes da Empresa Solidez apresentaram os comprovantes e documentos para os representantes do SINDVIGRIO acerca das reclamações apresentadas.

Na oportunidade a Empresa assumiu o compromisso de ajustar as homologações no Sindicato e alguns itens que eventualmente dependa de apuração, a exemplo do pagamento de adicional de periculosidade aos supervisores que já estão recebendo seu valor calculado sobre o piso da função.

Os representantes da Empresa Solidez colocaram-se a disposição para eventuais questionamentos e dessa forma resolver qualquer situação de maneira rápida para os envolvidos.


03/10/2018 - SINDVIG-RIO SE REÚNE COM A EMPRESA BELFORT SEGURANÇA

SINDVIG-RIO SE REÚNE COM A EMPRESA BELFORT SEGURANÇA

  Representantes da empresa Belfort Segurança compareceram ontem (02/10) na sede do Sindvig-Rio para discutir reclamações relacionadas a entrega de uniformes e hora extra.

  Após algumas reclamações sobre horas extras que não eram contabilizadas e a dificuldade para pegar uniformes, a Belfort Segurança irá comparecer aos postos com a supervisão para realizar a troca dos uniformes. Antes, os vigilantes precisavam comparecer aos fins de semana na sede da empresa para fazer a retirada.

  Vigilantes informaram que não recebem as horas que excedem no final do dia. A empresa disse ao diretores do Sindvig-Rio que os vigilantes não estavam informando aos supervisores a realização dessas horas adicionais. A empresa informou que quando o gerente solicitar qualquer tempo a mais dentro da agencia, deverá ser informado imediatamente ao supervisor para que ele informe o centro de segurança e o rh da empresa e no final do mês receber por esse tempo.


03/10/2018 - DIRIGENTES SINDICAIS COBRAM EXPLICAÇÕES DA EMPRESA GP

DIRIGENTES SINDICAIS COBRAM EXPLICAÇÕES DA EMPRESA GP 

Hoje, quarta-feira, dia 02 de outubro, representantes dos Sindicatos dos Vigilantes do Rio, de Volta Redonda, de Belfort Roxo, de Nova Friburgo e da Federação dos Vigilantes do Estado do RJ estiveram na sede da Empresa GP para cobrar explicações sobre o encerramento de contrato com o Banco Itaú e sobre a tentativa da empresa de impor um acordo aos trabalhadores sem o conhecimento dos Sindicatos. A reunião que seria realizada hoje foi adiada para o dia 10 de outubro, na próxima quarta-feira, a pedido dos Diretores da GP.

Conforme relatos de Dirigentes Sindicais de Volta Redonda e de Cabo Frio, a Empresa GP reuniu seus Empregados e propôs acordo de parcelamento das verbas rescisórias e  não pagamento da multa de 40% do FGTS. Valéria, Presidente do Sindicato dos Vigilantes de Volta Redonda, que foi ao local por informação de alguns Vigilantes, não permitiu que os trabalhadores fizessem qualquer acordo prejudicial.

Na reunião com o representante da Empresa GP os Dirigentes Sindicais exigiram que nenhuma tentativa de acordo seja feita sem a presença e assistência dos Sindicatos, e confirmaram presença na reunião que foi adiada para o dia 10 de outubro, quarta-feira, com a presença de um dos sócios da GP.

QUALQUER INFORMAÇÃO SOBRE ESSE ASSUNTO É FUNDAMENTAL QUE OS TRABALHADORES PROCUREM SEUS SINDICATOS.


02/10/2018 - SINDVIG-RIO SE REÚNE COM A EMPRESA FRONT

SINDVIG-RIO SE REÚNE COM A EMPRESA FRONT

Aconteceu nesta segunda-feira, primeiro de outubro, na sede do SINDVIG-Rio reunião com a empresa Front para tratar a rescisão de contrato com a Petrobras. A empresa comprometeu-se de não exigir demissão de nenhum empregado e que fará a demissão de Supervisores e Vigilantes de rendição de almoço, enquanto que os demais Vigilantes serão aproveitados em outros postos.


27/09/2018 - EMPRESA SOLIDEZ DEFENDE-SE E AGENDA COMISSÃO PARITÁRIA

EMPRESA SOLIDEZ DEFENDE-SE E AGENDA COMISSÃO PARITÁRIA

Representante da Empresa Solidez fez contato com a Diretoria do SINDVIG Rio para informar que não compareceu à reunião do dia 26 de setembro por não ter recebido citação da Comissão Paritária e que desconhece a maior parte das reclamações apresentadas. A Empresa argumentou que se dispõe a dialogar e resolver os problemas que possam ser procedentes e para tanto foi agendada uma nova Comissão Paritária com a Empresa Solidez para dia 04 de outubro.


27/09/2018 - GENERAL MOURÃO, VICE DE BOLSONARO, CRITICA 13º SALÁRIO E FÉRIAS: JABUTICABAS BRASILEIRAS

www.extra.globo.com

SÃO PAULO - Candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general Hamilton Mourão, afirmou que o 13º salário e as férias são "jabuticabas brasileiras". Ao criticar os custos do trabalhador, durante uma palestra na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana (RS), na última quarta-feira, o militar disse que esses benefícios da lei trabalhista são um peso para o empresário.

- Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que é uma mochila nas costas de todo empresário. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada 12 (meses), como é que nós pagamos 14? É complicado, e é o único lugar em que a pessoa entra em férias e ganha mais, é aqui no Brasil - disse Mourão.


- São coisas nossas, a legislação que está aí, é sempre aquela visão dita social, mas com o chapéu dos outros, não é com o chapéu do governo.

Questionado sobre a declaração de Moruão, o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse ao GLOBO que a crítica ao 13º e às férias é uma posição "pessoal"

— Essa não é uma proposta da campanha, do Jair Bolsonaro ou do Paulo Guedes. Não há nada sobre acabar com o 13 salário. Isso é uma posição pessoal do (General) Mourão — disse Bebbiano.

A declaração de Mourão já provocou reação do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin:

- Não é possível achar que o trabalhador que sua a camisa e muitas vezes é até explorado não tenha direito a um 13º salário. Não é razoavel - afirmou Alckmin, após deixar um evento evangélico em São Paulo em que foi hostilizado por eleitores de Bolsonaro

Mourão já havia criado polêmica ao dizer que lares que só tem mãe e avó são "fábricas de desajustados", e ao se referir a parceiros comerciais do Brasil na África e na Ásia como "mulambada". Repreeendido pela cúpula do PSL pelas falas, o general evitou o contato com a imprensa e passou a adotar um discurso mais contido. Ele dizia ser vítima de frases descontextualizadas, retiradas de suas palestras.

De acordo com general Mourão, Bolsonaro teria telefonado para o vice apenas para pedir que ele mantivesse a calma nesta reta final de campanha. Entretanto, afirma que a decisão de adotar uma postura mais comedida em suas palestras teria sido pessoal.

— Eu mesmo cheguei a (essa) conclusão. Eu apresento dados e no momento político que estamos vivendo, o dado, apesar de ser totalmente verdadeiro, acaba-se punido o emissor, por questões políticas. Eles se aproveitam dessa hipocrisia que se vive na política para fazer algumas generalizações — disse Mourão, em referência às polêmicas anteriores.




25/09/2018 - REUNIÃO ENTRE SINDVIG-RIO E SOLIDEZ

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03/09/2018 - UM INCÊNDIO DE GRANDES PROPORÇÕES DESTRUIU O MUSEU NACIONAL, NA QUINTA DA BOA VISTA, EM SÃO CRISTÓVÃO, ZONA NORTE DO RIO

Um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio.

NOTA DO SINDVIGRIO

É deprimente ver como tudo se perdeu. Como deixar um espaço tão importante da história do nosso país sem os cuidados necessários para a sua preservação?  É um absurdo não ter os cuidados mínimos que a importância desse Museu exige, ou seja, Brigada de Incêndio eficiente e vigilantes necessários para a guarda do local.

Para o SINDVIG-RIO é mais um passo do governo das elites predatórias que mantém o poder nestes duzentos anos da existência deste Museu de perpetuar seu domínio, contribuindo para acabar com a memória do país.

Leandro Sirqueira, diretor do SINDVIG-RIO disse que os quatro vigilantes da empresa Angel que prestam serviço para o Museu não tiveram o que fazer, pois não possuíam mecanismos para impedir que as chamas aumentassem. Leandro disse ainda que os vigilantes serão ouvidos hoje pelo departamento da policia federal, órgão vai apurar o que de fato aconteceu.


Reportagem do G1

O fogo começou por volta das 19h30 deste domingo (2) e foi controlado no fim da madrugada desta segunda-feira (3). Mas pequenos focos de fogo seguiam queimando partes das instalações da instituição que completou 200 anos em 2018 e já foi residência de um rei e dois imperadores.

A maior parte do acervo, de cerca de 20 milhões de itens, foi totalmente destruída. Fósseis, múmias, registros históricos e obras de arte viraram cinzas. Pedaços de documentos queimados foram parar em vários bairros da cidade.

Segundo a assessoria de imprensa do museu e o Corpo de Bombeiros, não há feridos. Apenas quatro vigilantes estavam no local, mas eles conseguiram sair a tempo.

As causas do fogo, que começou após o fechamento para a visitantes, serão investigadas. A Polícia Civil abriu inquérito e repassará o caso para que seja conduzido pela Delegacia de Repressão a Crimes de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, da Polícia Federal, que irá apurar se o incêndio foi criminoso ou não.

Falta d água atrapalhou bombeiros

Pesquisadores e funcionários do Museu Nacional se reuniram com o Corpo de Bombeiros para tentar auxiliar no combate das chamas. O objetivo era orientar o trabalho dos bombeiros numa tentativa de impedir que o fogo chegasse a uma parte do museu que contém produtos químicos. Alguns deles são inflamáveis e usados na conservação de animais raros.

Bombeiros precisaram pedir caminhões-pipa para auxiliar no combate ao incêndio. Segundo o comandante-geral, coronel Roberto Robadey Costa Junior, a falta de carga em hidrantes atrasou o trabalho em cerca de 40 minutos. Foi necessário retirar água do lago que fica na Quinta da Boa Vista para ajudar no controle das chamas.

Tragédia, diz diretor

O diretor do Museu Histórico Nacional, Paulo Knauss, considerou o incêndio "uma tragédia". À GloboNews, Paulo lembrou que o museu foi residência da família real e sede da 1ª Assembleia Constituinte do Brasil.

"É uma tragédia lamentável. Em seu interior há peças delicadas e inflamáveis. Uma biblioteca fabulosa. O acervo do museu não é para a história do Rio de Janeiro ou do Brasil. É fundamental para a história mundial. Nosso país está carente de uma política que defenda os nossos museus", afirmou Paulo Knauss.

Fonte: G1



31/08/2018 - ASSALTO EM ÔNIBUS DA VIA DUTRA MATA DOIS E DEIXA UM FERIDO

ASSALTO EM ONIBUS DA VIA DUTRA MATA DOIS E DEIXA UM FERIDO

Dois passageiros morreram a tiros e um foi ficou ferido durante um assalto a um ônibus, por volta das 20h30 desta quinta-feira, na Via Dutra (BR-116), na altura de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Um dos passageiros, Vanderlei de Oliveira Paulino reagiu, foi atingido no peito e morreu. Vanderlei era vigilante associado do SINDVIG-RIO.

O enterro será amanha (01/09) às 10:00 no Cemitério Jardim da Saudade, Edson Passos Mesquita.

O Sindicato esta dando todo apoio aos familiares do companheiro e manifesta o mais profundo pesar por essa tragédia.

Os disparos também balearam Aldemir Filipe Nascimento de Souza, 22 anos, no tórax, levando-o à morte. Jonathan de Jesus Santos, 21, foi atingido na perna esquerda. Ele foi levado ao Hospital Geral de Nova Iguaçu (Posse).

A perícia foi realizada e os agentes estão em busca de imagens e testemunhas para tentar identificar e prender os envolvidos no crime.

Pela Diretoria

SINDVIG-RIO

30/08/2018 - MAIS UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA PRIMUS E CORREIOS

Desde meados de setembro de 2017 o Sindicato vem denunciando a relação abusiva da empresa Primus com seus trabalhadores Vigilantes e a posição dos Correios em relação a esse grave problema.


A empresa Primus não tem mais condições financeiras, administrativas e operacional para continuar neste posto dos Correios, transferindo por conseqüência para as costas dos Vigilantes, atraso de um mês no vale transporte, ticket refeição e DOIS MESES de salários atrasados.

No comunicado abaixo a empresa reconhece os débitos referentes ao vale alimentação e rio card porém existe uma contradição entre o que foi apurado pela diretoria do sindicato junto aos trabalhadores e o que foi dito pela empresa, referente aos meses de pagamento de salário, em atraso.


Além disso o FGTS e as verbas rescisórias não estão sendo depositadas.

Os Correios até agora não apresentaram um mecanismo prático para o término de contrato, realização de nova licitação e não se movimentaram para resolver o problema de forma eficiente. Essa é mais uma tragédia que vem sendo anunciada pelo Sindicato a mais de um ano.

O Sindicato continua atuando junto aos correios na tentativa de solucionar esses problemas. A participação do trabalhador neste momento é fundamental para até mesmo decretar uma paralisação geral.

O SINDICATO CONVOCA TODOS OS VIGILANTES DOS CORREIOS A VIREM NO DEPARTAMENTO JURÍDICO DO SINDICATO GARANTIR SEUS DIREITOS NA JUSTIÇA.

28/08/2018 - DIRETORES SINDICAIS COBRARAM PROVIDÊNCIAS DA EMPRESA GP EM COMISSÃO PARITÁRIA

Em vista do encerramento do contrato entre a Empresa GP e o Banco Itaú, o Sindicato dos Vigilantes solicitou Comissão Paritária junto ao SINDESP para tratar do assunto com a Empresa e o Banco. O Banco Itaú não compareceu e não justificou a sua ausência. A Empresa GP compareceu, fez a sua defesa alegando que tem honrado com as suas responsabilidades com os salários e os 13º dos seus empregados e que não concorda com a dúvida levantada pelo Sindicato dos Vigilantes.


Os Dirigentes do Sindicato dos Vigilantes apresentaram os seus argumentos, informando que a Empresa GP está sem depositar FGTS há três anos e que não tem pago as verbas rescisórias e homologado os trabalhadores demitidos. Ainda que, com o encerramento do contrato entre GP e Itaú, em torno de 500 Vigilantes serão demitidos e a Diretoria do Sindicato tem fortes motivos para acreditar que a GP não terá condições de honrar com os seus compromissos trabalhistas.

Conforme cobrado em reunião, a Diretoria do Sindicato está aguardando desde maio o contrato de refinanciamento entre Caixa Econômica e GP e até agora não foi enviada, para assim provar que a Empresa conseguiu refinanciar o FGTS em atraso. A Empresa comprometeu-se a enviar até o dia 6 de setembro.

Antonio Carlos, Presidente do Sindicato, argumentou que mesmo que a GP tenha negociado o FGTS em atraso, no ato da demissão, que deve ocorrer até dezembro, conforme confirmado pela própria Empresa, todos os trabalhadores que estiverem com o FGTS em atraso tem que ter os valores imediatamente depositado para fins de rescisão. Ou seja, o Sindicato exigiu que a Empresa apresente provas de que terá condições financeiras que arcar com as 500 demissões.

Por último,  a Diretoria do Sindicato dos Vigilantes advertiu que medidas administrativas e judiciais serão tomadas para garantir os direitos dos Vigilantes que trabalham no Banco Itaú.



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