sexta-feira, 26 junho 2026
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DIGA NÃO AO ASSÉDIO! DENUCIE!!

O SINDVIG-RIO vem recebendo denúncias de mulheres vigilantes relatando diferentes formas de abuso nos postos de serviço. Entre os relatos, há denúncias graves de assédio sexual e até situações envolvendo violência física.

26/06/2026 Admin 5 min leitura

Diante dessa realidade preocupante, estamos lançando uma campanha de conscientização e proteção às vigilantes. Não podemos permitir que nossas companheiras de profissão trabalhem em um ambiente de medo, constrangimento ou violência.

Se você sofreu ou está sofrendo qualquer tipo de abuso no local de trabalho, não se cale. Denuncie! Procure ajuda e faça valer os seus direitos.

Você pode buscar apoio junto ao Ministério Público, à Polícia Civil ou ao seu sindicato.

O QUE É ASSÉDIO SEXUAL NO TRABALHO?

O assédio sexual é crime, previsto no artigo 216-A do Código Penal, e consiste em constranger alguém com o objetivo de obter favorecimento sexual, aproveitando-se de uma posição de superioridade hierárquica ou influência no ambiente de trabalho, como chefes, supervisores, coordenadores ou encarregados.

A pena prevista é de detenção de 1 a 2 anos.

COMO O ASSÉDIO PODE SE MANIFESTAR?

Por chantagem

Quando o assediador exige favores sexuais em troca de benefícios profissionais, como promoções, vantagens ou até mesmo a manutenção do emprego.

Por intimidação

Quando comportamentos de natureza sexual criam um ambiente de trabalho hostil, ofensivo ou constrangedor, por meio de:

* Comentários de cunho sexual;

* Piadas e brincadeiras de duplo sentido;

* Insinuações e gracejos;

* Gestos ou imagens obscenas;

* Mensagens inconvenientes;

* Contato físico forçado ou sem consentimento.

COMO E ONDE DENUNCIAR?

No ambiente de trabalho

Registre a ocorrência junto ao setor de Recursos Humanos (RH) ou ao canal de compliance da empresa e procure imediatamente o sindicato da categoria.

Na esfera criminal

Procure uma Delegacia de Polícia, preferencialmente uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), ou registre a ocorrência pela Delegacia Online do seu estado para que os fatos sejam investigados.

Não seja uma vítima silenciosa. Denuncie!

ONDE BUSCAR ATENDIMENTO E ORIENTAÇÃO?

A Central de Atendimento à Mulher, por meio do telefone 180, oferece acolhimento, orientação e encaminhamento para a rede de proteção. O serviço funciona gratuitamente e auxilia mulheres em situação de violência.

VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHA!

O SINDVIG-RIO está ao lado das vigilantes na luta contra o assédio, a violência e qualquer forma de discriminação.

Respeito, dignidade e segurança também são direitos das mulheres vigilantes.

SINDVIG-RIO EM DEFESA DAS MULHERES VIGILANTES!

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