FAKE NEWS É CRIME: SINDVIG-RIO DESMENTE ACUSAÇÕES MENTIROSAS E TOMA MEDIDAS LEGAIS

SINDVIG-RIO DESMENTE ACUSAÇÕES MENTIROSAS E TOMA MEDIDAS LEGAIS

O Sindvig-Rio vem a público esclarecer que é falsa a informação que circula em vídeos e mensagens nas redes sociais acusando o sindicato e membros da sua diretoria de envolvimento em suposto “esquema bilionário”.

As acusações direcionadas aos diretores Humberto Rocha (diretor-presidente), Leandro Siqueira (diretor vice-presidente) e Felipe Silva (diretor de formação sindical) são infundadas, irresponsáveis e não condizem com a realidade. Trata-se de conteúdo claramente produzido com o objetivo de atacar a reputação dos diretores do sindicato, desinformar a categoria e gerar divisão entre os trabalhadores.

Reforçamos que nenhuma entidade sindical possui arrecadação sequer próxima de valores milionários, quanto mais bilionários, o que evidencia o caráter fantasioso e mentiroso das alegações.

É importante destacar que esse tipo de conteúdo, ao invés de contribuir com a categoria, busca descredibilizar o trabalho sério que vem sendo realizado. São ataques motivados por disputa política e pelo incômodo com o crescimento, a atuação e o reconhecimento que o sindicato vem conquistando.

Mas é preciso ir além disso.

Quem está sendo atacado aqui não são “figuras distantes”.
São vigilantes. Trabalhadores como qualquer outro da categoria.

São pais de família, que acordam cedo, enfrentam rotina pesada e ainda assim estão todos os dias no sindicato, muitas vezes antes das 7 da manhã, atendendo trabalhadores, ouvindo problemas, buscando solução.

São pessoas que estão na rua, nos postos, nas portas de contrato, nas manifestações, enquanto muitos que criticam sequer aparecem quando a categoria precisa.

Diante da gravidade dos fatos, o Sindvig-Rio já está adotando todas as medidas jurídicas cabíveis para identificar os responsáveis pela produção do material e também aqueles que contribuem para sua disseminação.

⚠️ Atenção: compartilhar esse tipo de conteúdo falso também pode configurar crime, como calúnia e difamação. Ou seja, quem ajuda a espalhar fake news também pode ser responsabilizado legalmente.

Não admitiremos ataques à honra de trabalhadores que dedicam sua vida à defesa da categoria.

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